quarta-feira, 12 de março de 2008

Personalidade do Ano: Sebastião Salgado

Foto: ALBERTO PATRIAN

O jornal 'O Globo' entregou na noite desta terça-feira, troféu e diploma aos vencedores do Prêmio Faz Diferença. O grande homenageado da noite foi o fotógrafo Sebastião Salgado, a Personalidade do Ano. Ao chegar para a festa, Salgado disse que a maior conquista do Brasil é, na verdade, o próprio país. Ele disse que o prêmio é importante para a sociedade porque o vencedor é apenas a ponta do iceberg de um conjunto de fatores que fazem a diferença no país.

Confira a matéria completa em:
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/03/11/personalidade_do_ano_sebastiao_salgado_o_grande_homenageado_no_premio_faz_diferenca-426184807.asp

sábado, 1 de março de 2008

CCBB Rio Exposição - Família Ferrez: novas revelações

Rio de Janeiro na década de 1940

Com cerca de 400 imagens, resultado de uma seleção de oito mil negativos, que faziam parte do acervo documental guardado por Gilberto Ferrez, incluindo álbuns e arquivos pessoais, de seu pai Julio, seu tio Luciano, e seu avô Marc Ferrez.

Esta descoberta foi encontrada entre os documentos da família, na época da organização do acervo documental dos Ferrez, que foi doado, pelas filhas de Gilberto, para o Arquivo Nacional em outubro do ano passado.

A exposição ocupará todo o segundo andar do CCBB, com curadoria de Júlia Peregrino e Pedro Karp Vasquez. Na sala principal, imagens do Rio de Janeiro e do Brasil.

Entre os destaques, no Rio, aspectos da Exposição Nacional de 1922 (comemorativa do centenário da Independência), a reforma do Largo da Carioca, a construção da Cinelândia, a abertura da avenida Presidente Vargas, incluindo as fotografias da Igreja de São Pedro dos Clérigos (a primeira da América Latina com traçado curvilíneo) – panorâmicas do centro tomadas de Santa Teresa, o perfil original do Mercado Municipal na Praça XV, a expansão da cidade em direção à Zona Sul, vistas da Pedra da Gávea e a construção do Cinema Pathé (verdadeiro making of que mostra em detalhes todos os passos da obra), além de registros especiais do carnaval de rua e da ressaca de 21, que abalou a cidade.

Do Brasil, imagens da Bahia, em especial o cais de Salvador; Minas Gerais, Mato Grosso, Goiás e Pernambuco.

Para O Desmonte do Morro do Castelo, nas lentes de Luciano, uma sala especial. Nas palavras de Pedro Karp Vasquez "as centenas de imagens de Luciano sobre a derrubada do Morro do Castelo, evidenciam todos os aspectos de seu arrasamento, uma espécie de suicídio urbanístico cujo alto custo social o Rio de Janeiro paga até hoje".

As fotos de Júlio, segundo Vaquez, "o cronista familiar e comentarista social dos Ferrez", estarão no módulo intitulado Comentário Social . Ele retratou a própria família, amigos e personagens anônimos, eternizando a nostalgia e o romantismo da época, com riqueza de detalhes e de luz dignos dos mais sofisticados ensaios fotográficos da atualidade. Retratos de Julio, Luciano e Gilberto, clicados pelos três, estarão na terceira sala, junto com parte do acervo histórico da Família Ferrez, que inclui álbuns de fotografias, diários de viagens e correspondências entre eles, contando um pouco da história das imagens que serão apresentadas. Júlio e Luciano Ferrez desempenharam relevante papel pioneiro na difusão do cinema no Rio de Janeiro, enquanto Gilberto Ferrez, além de dar continuidade ao negócio familiar (em associação com os primos), notadamente com o cinema Pathé — até muito recentemente a mais antiga sala de cinema em funcionamento contínuo no país —, foi pioneiro entre os historiadores da fotografia no Brasil.

Gilberto Ferrez foi autor do primeiro estudo sobre o assunto, "A fotografia no Brasil e um dos mais dedicados servidores: Marc Ferrez, 1843-1923", publicado na Revista do Patrimônio Histórico, em 1953.

Muito antes, em 1905, Julio publicava "O amador photographo". O que se ignorava até hoje é que os três também foram exímios fotógrafos, legando à posteridade um acervo de negativos que, no conjunto, excede os oito mil itens.

Julia Peregrino afirma: "esse precioso acervo inédito não se restringe ao estado do Rio de Janeiro, abarcando também as cidades históricas mineiras, monumentos e marcos arquitetônicos goianos, paraibanos e pernambucanos, além de uma instigante amostra dos costumes e do comportamento da sociedade brasileira na primeira metade do século XX. No âmbito internacional, registram capitais européias e algumas vistas e retratos da África francesa de grande interesse etnográfico. Além disso, uma série de retratos do pioneiro Marc Ferrez na velhice, em sua derradeira viagem à Europa, feitos por seus filhos, Júlio e Luciano".

Acompanhando a mostra, será lançado um catálogo/livro com a totalidade das imagens expostas e textos do escritor e fotógrafo Pedro Karp Vasquez e da antropóloga Lygia Segala, além de uma cronologia da vida dos três fotógrafos.

Ressaca na Praia da Glória, no Rio, em 1921

- Serviço: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66 Informações: (21) 3808.2020
- Período de visitação: 26 de fevereiro a 27 de abril
- Horário: 3ª a domingo, das 10h às 21h
- Entrada franca

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u373718.shtml

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Fevereiro é mês de comer nhoque da fortuna


Comer nhoque a cada dia 29, com uma nota de dinheiro debaixo do prato para atrair fortuna ganhou reforço esse ano, que é bissexto. Aproveite.

Nhoque de ricota com manteiga de limão e tomilho
Receita do restaurante Leo Caumo, do Vila Gourmet Ingredientes:
- 250g de ricota
- 25g de parmesão ralado
- 75g de farinha
- 1 ovo, ligeiramente batido
- 4 colheres de sopa de salsa picada
- sal e pimenta
- queijo parmesão ralado
Para a manteiga de limão e tomilho:
- 80g de manteiga
- 2 colheres de chá de tomilho
- 2 colheres de chá de raspa de limão
- 2 colheres de chá de sumo de limão

Rendimento: 4 porções

Modo de preparo:
Para preparar a manteiga, coloque os ingredientes num tachinho em lume brando e mexa até a manteiga derreter completamente. Reserve, mantendo quente. Comece então a preparar a massa. Coloque a ricota, o parmesão ralado, o ovo, a farinha, a salsa, o sal e a pimenta numa tigela e mexa bem até combinar. Deite a farinha numa bancada (convém que esteja mesmo bem enfarinhada, ou a massa irá grudar na bancada) e deite-lhe a massa, mexendo mais um pouco se necessário. Abra a massa com um rolo de cerca de 15 centímetros de comprimento. Com a ajuda de uma faca, corte em pedaços de aproximadamente dois centímetros de comprimento e espalme muito ligeiramente cada pedaço com as costas de um garfo. Cozinhe os nhoques em água fervente (com sal) por dois ou três minutos, ou até estarem cozinhados. Retire-os com uma escumadeira e coloque em tigelas. Deite por cima a manteiga de limão e tomilho. Polvilhe com queijo parmesão ralado e sirva.

Matéria: O Globo Online - 27/02/2008
http://oglobo.globo.com/cultura/gastronomia/mat/2008/02/27/nhoque_de_ricota_com_manteiga_de_limao_tomilho-425989706.asp

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Uma experiência interativa e animada com as CORES.

Uma experiência interativa de uma comunicação da cor e o simbolismo da cor. Essa é a dinâmica do site desenvolvido por Maria Claudia Cortes: AS CELEBRIDADES SÃO AS CORES!


Encontramos por esse passeio virtual o "curriculo" das estrelas do site, com direito a filme individual e laboratório de estudos.


Para quem gosta de criatividade vale a pena conferir: www.mariaclaudiacortes.com

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Ceasar Salad com azeite de oliva

Meu primeiro post tinha que ser sobre a minha salada preferida:

É a salada mais conhecida nos Estados Unidos, presente na maior parte dos cardápios de seus restaurantes. Ela foi inventada por volta de 1924, por um cozinheiro mexicano na cidade de Tijuana, na fronteira com San Diego.

A idéia surgiu porque o chef Ceasar Cardini, seu criador, precisou arriscar uma nova receita ao perceber que seu estoque tradicional estava vazio. Para não decepcionar seus fiéis clientes utilizou anchovas.

A verdadeira Ceasar salad é preparada na mesa do cliente à base de salada romana e temperada com um molho elaborado com azeite de oliva, vinagre,queijo ralado, alho, mostarda, gemas batidas e anchovas moídas. Na versão moderna as gemas foram substituídas por maionese. Sobre ela não pode faltas os crôutons.

Regras para se fazer a legítima Ceasar Salad:

1. Usar somente azeite de oliva de boa qualidade.

2. Optar pelos croutons feitos em casa.

3. Só usar queijo parmesão italiano, como o Parmesano.

4. As folhas de alface devem estar geladas e crocantes.

6 fatias médias de pão de fôrma sem casca. 150 g

12 colheres (sopa) de azeite de oliva . 120 g

20 filés de anchova em conserva. 40 g

2 dentes de alho descascado. 10 g

1 colher (chá) de mostarda . 3 g

1 colher (sopa) de suco de limão . 15 ml

2 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco . 30 ml

3 colheres (sopa) de maionese . 40 g

2 pés de alface americana ou romana. 380 g

1/2 xícara (chá) de parmegiano ralado grosso. 55 g

Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto.

Passo a passo

Pré-aqueça o forno em temperatura (180º C).

Coloque as fatias de pão em uma placa de polipropileno e corte em cubos pequenos (1 cm). Unte uma assadeira (21 cm x 31 cm) com 1 colher (sopa) de azeite de oliva.

Arrume os cubos de pão na assadeira e leve ao forno por 10 minutos ou até os pães dourarem. Retire os pães e reserve.

Molho:

Coloque no copo do liquidificador as anchovas, o alho, a mostarda, o suco de limão e o vinagre. Bata por 3 minutos ou até ficar homogêneo. Acrescente a maionese e bata por mais 1 minuto. Sem parar de bater, junte o azeite de oliva espanhol em fio. Transfira para uma tigela e misture o sal e a pimenta-do-reino. Cubra a tigela com filme plástico e reserve. Lave as folhas de alface e seque com a toalha de papel. Rasgue as folhas grosseiramente e coloque-as em uma saladeira. Cubra com o molho e salpique os croutons e o queijo parmesão. Sirva em seguida.